Vol. 2, No. 1 - Ano 2025

PREVENÇÃO E INTERVENÇÕES DA EQUIPE DE ENFERMAGEM PARA CONTROLE DA SEPSE EM UNIDADE DE TERAPIA INTENSIVA: UMA REVISÃO INTEGRATIVA

Marcileide Carvalho dos Santos, Isaac Newton de Abreu Figueiredo

Faculdade São Lucas; Universidade Federal de Pernambuco - UFPE

Resumo

A sepse é uma infecção grave que pode levar a disfunção orgânica e representa uma ameaça à vida. Sua complexidade e alta taxa de mortalidade a tornam uma preocupação crítica nas Unidades de Terapia Intensiva (UTIs), e demanda uma abordagem rápida e eficaz do enfermeiro para a detecção precoce e a intervenção apropriada. O objetivo deste estudo foi analisar o impacto das intervenções de enfermagem na prevenção e detecção precoce da sepse em unidades de terapia intensiva. A metodologia utilizada foi uma revisão integrativa da literatura entre maio a julho de 2024, nas bases de dados científicas, SCIELO, Google Acadêmico e PubMed. A análise dos artigos selecionados foi conduzida com base na pergunta norteadora: Quais são as estratégias de prevenção e as intervenções realizadas pela equipe de enfermagem para o controle da sepse em Unidades de Terapia Intensiva (UTI)? Neste estudo, foram identificados 60 artigos, após uma triagem, considerando a relevância e a atualidade das informações, foram selecionados 6 artigos. Esses trabalhos revelaram que os enfermeiros desempenham um papel crítico na prevenção e manejo da sepse. As intervenções de enfermagem incluem a identificação precoce dos sinais e sintomas, a implementação de protocolos de tratamento e a administração de antibióticos em tempo hábil. A formação contínua, comunicação eficiente, utilização de protocolos específicos e a atualização das práticas são fundamentais para garantir a eficácia dessas intervenções. Portanto, com uma atuação bem-informada e coordenada, os enfermeiros podem impactar positivamente os desfechos clínicos e contribuir para a redução da mortalidade associada à sepse.

Palavras-chave: Enfermeiro; Sepse; Unidade de Terapia Intensiva; Prevenção; Tratamento

DOI: 10.5281/zenodo.15005220

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Revista Brasileira Método Científico · ISSN 2965-8357