Vol. 3, No. 1 - Ano 2026

NÍVEL DE ESTRESSE E AVALIAÇÃO PRELIMINAR DA SÍNDROME DE BURNOUT EM ENFERMEIROS QUE ATUAM EM UTI NA CIDADE DO RECIFE-PE

Taciana Maria da Silva

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Resumo

INTRODUÇÃO: A síndrome de Burnout é um fenômeno psicológico que tem se mostrado particularmente prevalente entre os profissionais de saúde, especialmente os enfermeiros que atuam em Unidades de Terapia Intensiva (UTI), uma vez que este ambiente de trabalho, caracterizado pela alta complexidade e demanda emocional, contribui significativamente para o desenvolvimento do estresse. OBJETIVO: Analisar os níveis de estresse e a prevalência da síndrome de Burnout entre enfermeiros que atuam em Unidades de Terapia Intensiva. METODOLOGIA: Trata-se de uma revisão integrativa da literatura, realizada nas bases de dados LILACS, SciELO e BDENF, acessadas por meio da Biblioteca Virtual em Saúde Pública (BVS)/Bireme/OMS. Os termos de busca utilizados foram: síndrome de Burnout, estresse ocupacional e unidade de terapia intensiva. RESULTADOS E DISCUSSÃO: Os resultados obtidos nos estudos sobre o nível de estresse e a síndrome de Burnout entre enfermeiros que atuam em Unidades de Terapia Intensiva (UTIs) revela importantes achados e pontos de convergência e divergência entre os autores. Os estudos analisados mostram uma convergência nos achados sobre a alta prevalência de Burnout entre enfermeiros de UTI, destacando fatores de risco como sobrecarga de trabalho e falta de suporte organizacional. As recomendações incluem melhorias nas condições de trabalho e suporte psicológico contínuo, refletindo a urgência de intervenções para mitigar os efeitos negativos do Burnout no ambiente de UTI. CONSIDERAÇÕES FINAIS: A revisão evidencia a importância de políticas organizacionais que abordem os fatores de risco para o Burnout entre enfermeiros de UTI. A promoção de um ambiente de trabalho colaborativo e respeitoso é fundamental para melhorar a saúde mental dos enfermeiros e a qualidade do atendimento nas UTIs. Medidas como programas de bem-estar, suporte emocional e flexibilização das escalas de trabalho são essenciais para proteger esses profissionais.

Palavras-chave: Síndrome de Burnout; Estresse ocupacional; Enfermagem; Unidade de Terapia Intensiva

DOI: 10.5281/zenodo.18156659

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Revista Brasileira Método Científico · ISSN 2965-8357